Material educacional · Método EJECT

Dívida é uma fase. O problema é atravessá-la sem método.

Se hoje é cobrança todo dia, nome restrito e a sensação de que qualquer decisão pode piorar tudo, existe uma ordem certa de agir — e ela não começa negociando com o banco. O EJECT é o protocolo de 7 fases que o escritório usa desde 2011, organizado para você aplicar sozinho.

Acesso imediatoPessoa física e empresaGarantia de 7 dias

O ponto de partida

O modo pânico não é falta de dinheiro. É falta de ordem.

Quem está endividado raramente falha por preguiça ou por falta de vontade de pagar. Falha porque decide sob pressão — e a decisão sob pressão tem sempre o mesmo desenho.

Erro 1

Você paga o que grita mais alto

Não o que mantém você vivo. A cobrança mais insistente ganha prioridade sobre a dívida que realmente pode tirar você do jogo: a que tem garantia, aval ou execução em curso.

Erro 2

Você negocia cedo demais

Sentar com o credor sem caixa, sem mapa e sem margem é entregar a negociação de mãos atadas. Você assina o que dá para assinar hoje e descobre em três meses que assinou o problema de novo.

Erro 3

Você resolve no improviso

Cada dia é uma decisão nova, tomada no susto. Sem protocolo, cada ligação recomeça a estratégia do zero — e o ciclo reinicia maior do que começou.

O protocolo

As 7 fases, na ordem em que devem ser aplicadas.

Cada fase resolve um problema específico e prepara a seguinte. A ordem não é sugestão: é a própria estratégia.

  1. Primeiros socorrosEstancar

    O que interromper hoje, o que não assinar em hipótese alguma e como parar de piorar antes de qualquer decisão de longo prazo.

  2. Campo minadoMapear

    Separar as dívidas que apenas fazem barulho daquelas com poder de destruir patrimônio: garantia, aval, alienação fiduciária, execução em curso.

  3. Conduta de generalDecidir

    Como separar a decisão financeira do estado emocional e parar de reagir a cada ligação, cada carta e cada ameaça de protesto.

  4. Método BASEEstruturar

    A estrutura mínima que sustenta a virada: receita real, corte de custo, prioridade definida e uma reserva de manobra.

  5. Caixa forteProteger

    Onde o dinheiro precisa ficar, o que não pode ser tocado e como blindar o que mantém a operação — ou a família — de pé.

  6. Pagamento seletivoPriorizar

    Pagar com critério, não com culpa. A ordem de pagamento que preserva sua capacidade de negociar em vez de consumi-la.

  7. Operação aliadosNegociar — e só agora

    Quando sentar com o credor, o que levar para a mesa, o que nunca revelar e como reconhecer um acordo que alivia hoje e explode amanhã.

Aplicar a fase 6 sem ter feito a fase 2 é escolher no escuro qual dívida deixar de pagar. Negociação é a fase 7. Nunca a fase 1.

Antes de continuar

Isto é para você?

Cenário quente

Você está no meio do incêndio

Cobrança quase todo dia, nome negativado ou prestes a ser, sono ruim e nenhuma clareza sobre o que fazer primeiro. É exatamente para você: comece pela fase 1 hoje.

Cenário morno

Você está pagando para respirar

Em adimplência artificial, rolando dívida: paga todo mês e o saldo não cai. A dívida não some, só muda de lugar. É para você, e aqui o custo de esperar é maior do que parece.

Cenário frio

Está tudo sob controle

Dívidas dentro da capacidade de pagamento, caixa previsível, nenhuma cobrança em aberto. Não é para você agora. Guarde o link e volte se o cenário mudar.

Relatos de alunos

Quem aplicou o método e sentou com o banco.

Mensagens enviadas por alunos após concluírem a fase 7. Os valores são os relatados por eles e não representam promessa de resultado.

CredorDívidaAcordoRedução
Banco do BrasilR$ 435.591R$ 93.000−79%
ItaúR$ 900.000R$ 169.000−81%
BradescoR$ 245.000R$ 45.000−83%
Operação AliadosR$ 162.000R$ 39.000−76%

A oferta

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Um curso de execução, não de teoria: cada fase vem com o que preencher, o que calcular e o que falar, para ser aplicada na mesma semana.

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Sim, quero entrar no EJECT
  • 7 módulos na ordem exata de execução, uma fase por módulo.
  • Mapa de dívidas e planilha de caixa, os dois instrumentos das fases 2 e 5, prontos para preencher.
  • Roteiro de conversa com credor: o que levar, o que dizer e o que nunca revelar na mesa.
  • Atualizações incluídas e suporte por e-mail sobre o conteúdo.
  • Garantia de 7 dias, incondicional. Entre, assista, aplique os primeiros passos. Se não fizer sentido, peça o reembolso sem justificativa.

Se a dívida passa de R$ 100 mil, ou se já existe execução, penhora ou bloqueio, o caminho é outro: volte ao diagnóstico e fale com um advogado do escritório.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Serve mesmo com o nome já negativado?

Serve. A negativação é consequência, não o problema. O método começa exatamente nesse ponto: a fase 1 trata de interromper a piora, e a limpeza do nome aparece como resultado da ordem construída nas fases seguintes, não como primeiro passo.

Funciona para empresa e para pessoa física?

Para as duas. A lógica de contenção, priorização e negociação é a mesma. A fase 2 tem tratamento separado para dívida de empresa com aval ou garantia do sócio, que é onde a maioria dos empresários se machuca ao confundir o risco da empresa com o risco pessoal.

Já renegociei e só piorou. Ainda funciona?

Esse é o cenário mais comum entre os alunos. Renegociar cedo demais, sem caixa e sem mapa, é justamente o erro que o método existe para corrigir. As fases 2 e 6 tratam de acordos já assinados: como avaliar o que você tem em mãos e o que fazer com o que já foi firmado.

Preciso ter dinheiro em caixa para aplicar?

Não para começar. As três primeiras fases são de contenção, diagnóstico e decisão, e não exigem desembolso. Caixa passa a ser tema a partir da fase 5, e mesmo ali o ponto é proteger o que existe, não injetar dinheiro novo.

Em quanto tempo vejo melhora?

Não há promessa de prazo, e desconfie de quem der uma. O que muda mais rápido é a clareza: a fase 1 é aplicável no mesmo dia. O tempo de recuperação depende do tamanho da dívida, do tipo de credor, das garantias envolvidas e da sua execução.

Em vez do curso, posso contratar o escritório?

Pode, e em alguns casos é o indicado: quando há execução, penhora ou bloqueio, ou quando a dívida passa de R$ 100 mil. O próprio método indica esses pontos. Para isso, volte ao diagnóstico na página inicial.